Testemunhos
Vivos
1. – PREPAROU-SE PARA O CÉU!
No meu prédio vivia um comerciante que não era muito praticante.
Um dia, impressionou-me o seu estado de abatimento; informei-me e soube
que estava canceroso. Pensei que devia fazer algo por ele. Procurei-o,
animei-o e aconselhei-o para que rezasse a Nossa Senhora.
Disse-lhe: “peça a Nossa Senhora e Ela o ajudará!”
- “Acha?” retorquiu; e pediu-me um livro. Dei-lhe a Bíblia,
recomendando-lhe que a lesse, “pois, é Palavra de Deus!”,
disse-lhe.
O homenzinho agradeceu muito contente e começou a ir ao Terço
durante todo o mês de Outubro.
Entretanto, falei deste senhor ao Sr. Padre para conversar com ele e este...
confessou-se! Estimulei-o para ir à Santa Missa, o que ele fez,
embora com sacrifício, até durante a semana...
O “fruto” agora já estava pronto e Jesus... já
veio colhê-lo para o Céu!
Glória à Misericórdia do Senhor!
Uma Missionária
2. – BAPTIZEI-ME JÁ EM ADULTA
“Queridos amigos: Faço chegar, através da minha amiga
Missionária Maria José, os votos de um Santo Natal para
todos vós... Aproveito a oportunidade para referir que a Missionária
Maria José foi uma excelente catequista. Eu baptizei-me já
em adulta, alguns anos antes de casar, por minha vontade e pela boa influência
do meu namorado, hoje meu marido.
Com a rica catequese daquela Missionária, com o baptismo e com
o casamento católico aprendi, acima de tudo, a amar e respeitar
mais todos os que nos rodeiam, pois é isso que Deus tem para nos
dar: amor, compreensão e generosidade!
Para todos um Santo Natal, cheio de amor.”
Susana Veloso
Eis os alegres e doces frutos de uma Boa Evangelização!
Parabéns, Susana!
3. - UMA COLABORADORA EM ACÇÃO, EM ANGOLA
Consagrando-me ao Amor Misericordioso do Coração de Jesus,
aprendi, nos encontros de formação das M.A.M.C.J., que uma
Colaboradora (COL) deve levar sempre consigo o compromisso apostólico
que assumiu de evangelizar, trazendo para Cristo os mais necessitados,
começando sempre pela Simpatia ou amor cristão.
No mês de Dezembro, p.p., fui a Angola, minha terra, passar uns
meses com o meu marido. Vendo tanta pobreza, o meu compromisso acordou-me
com tal violência que já não podia parar:
- Comecei por ajudar o Sr. Padre a enviar uma criança e um adulto
para reencontrarem as suas famílias, distanciadas pela guerra;
- Dediquei-me às crianças na rua, alfabetizando.
- O que mais me comoveu foi o que fizemos na semana do Natal: uma pequena
festa, apenas com uma panela de arroz doce, uma tigela de pipocas e dois
bolos grandes para 50 crianças.
Sensibilizou-me a maneira disciplinada como elas estendiam as mãos
para receber uma pequena fatia de bolo e uma mãozinha de pipocas.
Depois, dançaram, brincaram e cantaram, louvando o Senhor.
- Também ajudei pessoas a serem registadas porque existe muita
gente que não possui documentos, devido à guerra. Este trabalho
foi realizado em colaboração com duas funcionárias
da Conservatória durante 30 dias. Neste espaço de tempo,
foi possível efectuar mais de 400 registos. O trabalho desenvolvido
consistia em ajudar a pessoa a construir o nome, a identificar o ano em
que nascera (porque só dizia a idade); com efeito, a maioria nem
sabia que a pessoa tinha que ter o nome do pai e da mãe. Foi um
processo complicado em alguns casos porque, se eu não elaborasse
a ficha com todos os dados, as funcionárias não passavam
as cédulas.
A alegria, para mim, foi imensa, por isso, quero agradecer a Jesus a graça
de me ter chamado a prestar-Lhe, nestes meses, este serviço misericordioso
junto de tantos irmãos.
Uma Colaboradora
4. – QUERIA ABORTAR, MAS...
Um dia, uma minha vizinha disse-me que uma sua amiga estava grávida,
que tinha ido ao médico e que este, tendo descoberto que o menino
que ela tinha gerado, há seis meses, no seu seio, seria um mongolóide,
aconselhava-a a abortar. Podemos imaginar como ficou triste e confusa
esta pobre futura mãe, pois ela já amava muito a criança
porque já a sentia mexer-se no seu seio.
Todos a aconselhavam a abortar, até porque ela é uma pessoa
bastante nervosa e não se sentia com forças para lidar com
uma criança com este problema. Eu também fiquei preocupada,
pois a vizinha até me dizia que tinha dito á amiga que se
ela estivesse nesta situação, não deixaria vir o
bebé... Eu repreendi logo a vizinha, dizendo-lhe que devia pedir
desculpa imediatamente à amiga, dizendo-lhe, até, que Deus
ficaria muito triste com este crime e que nunca se perdoaria a si mesma,
ficando ainda mais doente de nervos.
Entendi que só o Senhor poderia resolver este caso doloroso. Então,
ia a Missa e entregava tudo nas mãos de Deus.
Dias mais tarde, a senhora fez exames mais rigorosos e chegaram à
conclusão que o bebé estava bom e era perfeito!
Sinto-me muito feliz! Por isso, continuo a louvar ao Senhor e a rezar
pela senhora e por todas as mães que se encontram nestes problemas.
Uma Colaboradora
|